Pregadora que falou que levantar bandeira na internet era "coisa de gente preta, de gay" é processada por Racismo e Homofobia

 

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por meio da 2ª Vara Criminal de Nova Friburgo, na Região Serrana, aceitou a denúncia do Ministério Público contra a pregadora Karla Cordeiro dos Santos Tedim. No início do mês, um vídeo de Karla pregando em uma igreja da cidade repercutiu nas redes sociais após ela criticar fiéis que defendem causas políticas, raciais e LGBTQIA+. (assista ao vídeo acima)

A decisão judicial foi proferida pelo juiz titular Marcelo Alberto Chaves Villas, nesta quinta-feira (26).

A pregação em que Karla fala para os fiéis pararem "de querer ficar postando coisa de gente preta, de gay" aconteceu no dia 31 de julho e foi divulgada no canal oficial do grupo jovem da Igreja Sara Nossa Terra, mas foi excluída com a repercussão negativa.

Após a repercussão do caso, a mulher disse que foi "infeliz nas palavras"