Lacrei, Aplicativo promove acesso de LGBTs a Serviços de Saúde , jurídico e Psicossocial

 

Lacrei, site e aplicativo foram estabelecidos em fevereiro deste ano. Além da saúde, o Lacrei também visa promover o acesso de LGBTQ+ aos serviços de assistência jurídica e psicossocial. Dutra disse que durante o desenvolvimento e pesquisa do aplicativo se surpreendeu com a falta de materiais de pesquisa e a conexão das pessoas LGBT com o setor de saúde. “Não tenho nenhuma referência, nenhum lugar para ir, nenhum departamento de saúde ou direitos humanos. Ele explicou.

Em entrevista ao iG Delas, o advogado explicou que o país tem uma população LGBT muito grande. Mesmo sem dados censurados oficiais, ONGs e associações comunitárias estimam que 18 a 20 milhões de pessoas no Brasil ainda se consideram LGBT. Portanto, não falta demanda.



A advogada explica que a saúde LGBT é muito complicada porque envolve múltiplos atendimentos e especialidades. Para ter ideias, apenas pessoas transgênero precisam passar por pelo menos seis cursos diferentes. Porém, devido à falta de treinamento e informação sobre essa população, os profissionais de saúde não sabem como prestar esse tipo de cuidado e, portanto, não podem prestar esse tipo de cuidado pessoal.

“Quando uma pessoa trans chega ao departamento de ginecologia, o médico não sabe o que fazer. Isso porque ele não consegue explicar por que um homem precisa ir ao ginecologista se ele quer ir" corretamente "ao urologista. A saúde LGBT é extremamente complicada. Ele disse: “Você tem uma mulher trans, um homem cis, uma lésbica, uma identidade não dual ... todo mundo precisa de uma profissão diferente. "

A abordagem do Sistema Único de Saúde (SUS) visa incluir as pessoas LGBT e prestar-lhes atendimento especializado. É o caso do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que atende pacientes com AIDS. A maioria dos pacientes são pessoas trans, travestis e gays.

Fonte IG Dellas