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Restrições devido à proliferação da covid-19 impôs a bilhões de pessoas - gays e heterossexuais - regras rígidas de isolamento social, levando a um aumento de violência doméstica, com pressão particular sobre as mulheres e, também, pessoas LGBT em famílias conservadoras que não as aceitam.
Garner disse estar esperançoso de que a comunidade se mobilize, como fizeram durante a epidemia de HIV/Aids das décadas de 1980 e 1990.
“Homens gays e bissexuais têm as habilidades necessárias para superar isso, mas precisamos priorizar a saúde mental de toda a comunidade”, acrescentou.
O Hornet enviou o questionário para seus 30 milhões de usuários em todo o mundo, com 18% das respostas provenientes do Brasil, outros 10% da França e da Rússia, respectivamente, e 9% da Turquia. Muitos disseram que o isolamento afetou sua saúde mental, com 72% experimentando ansiedade desde o início da pandemia e 24% se sentindo muito solitário.
Will Nutland, co-fundador da PrEPster, uma organização britânica de saúde sexual LGBT, disse que a verdadeira escala de problemas de saúde mental só seria revelada depois que as restrições fossem implementadas.

“Se achamos que temos problemas de saúde mental agora, espere até o isolamento”, disse ele. ”(Veremos) transtornos de estresse pós-traumáticos, não apenas da comunidade LGBT, mas da sociedade como um todo. Paradoxalmente, as consequências disso serão enormes.”
Em abril, a ONU (Organização das Nações Unidas) pediu a todos os países que protejam as pessoas LGBTI contra a discriminação, em especial, ao procurar assistência médica durante a pandemia. Esta parcela da população pode hesitar em procurar serviços médicos e ser especialmente vulnerável.
“As pessoas LGBTI+ estão entre as mais vulneráveis e marginalizadas em muitas sociedades e entre as que estão mais em risco com o covid-19”, escreveu a Alta Comissária para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, em comunicado.
Com os sistemas de saúde pressionados pelo coronavírus, “as decisões sobre a redução de serviços devem ser baseadas na ciência e em dados e não devem refletir preconceitos contra as pessoas LGBTI”, ressaltou a organização.
Fonte: o globo

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