Casal gay é agredido por motorista de aplicativo no centro do Rio


Embora entrevista para Universa, o roteirista, de 29 anos, afirmou ter percebido o comportamento estranho do motorista desde que o encontrou no ponto de partida para a corrida, pedida pelo celular da mãe. "Eu e meu namorado fomos primeiro até o carro, porque minha mãe tinha esquecido o casaco dela em casa. Eu e ele estávamos de mãos dadas e quando tentei abrir a porta do carro, ele não deixou. A partir dali achei estranho, então ele abriu a janela e disse: 'é para a Maria'. Avisei que era a minha mãe e ela já estava vindo", relembra. Segundo Célio, ao longo da viagem, o motorista, que não foi identificado pela empresa, demonstrou estar incomodado com atitudes agressivas enquanto dirigia".
Segundo Célio, ao longo da viagem, o motorista, que não foi identificado pela empresa, demonstrou estar incomodado com atitudes agressivas enquanto dirigia: "Ele ficava bufando, batendo no volante".
Assim que estavam próximos ao ponto final da viagem, Célio perguntou ao profissional se ele poderia deixá-los um pouco mais à frente do local sinalizado no aplicativo do celular, já que precisavam parar em uma farmácia próxima dali. "Ele disse 'não, é aqui' e se recusou a deixar a gente onde pedimos. Enquanto saíamos do carro, eu falei: 'o senhor é muito mal-educado, não custava ter deixado minha mãe um pouco mais para a frente, ela é uma senhora de 70 anos", relembra. "Assim que saímos do carro ele abriu a janela do carro e começar a gritar 'viadinho' para mim".
Célio e a mãe então foram até a janela do motorista e conversaram com ele, que teria mantido a agressividade em suas reações: "Ele tentou avançar para cima de mim e na segunda tentativa deu um tapa na minha cara. Quando percebi que ele era violento de verdade, puxei minha mãe para ir embora".
O motorista teria então saído do carro e confrontado Felipe, o namorado de Célio. Depois que a situação aparentemente estava controlada, ele teria voltado para o veículo e surgido com uma arma, ameaçando dispará-la. "Ele apontou uma arma para o peito da minha mãe. Ela só pedia para ele não matar a gente. Puxei todo mundo para sair de lá. Quando estávamos de costas, ele deu uma rasteira no meu namorado, uma coronhada com o revólver na minha cabeça e entrou no carro de volta, ainda nos xingando."

Fonte Uol

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