Aline Barros presta depoimento após demitir funcionaria por ser Lésbica

A cantora gospel Aline Barros, prestou depoimento na 4ª vara do Trabalho do Rio de Janeiro, num processo em que é acusada de assédio moral por uma ex-funcionária. Rejane Silva Magalhães, que é ex-backing vocal da artista, acusa Aline Barros de tê-la demitido pelo fato de ela ter assumido ser homossexual.

O processo de número 0100956-67.2017.5.01.0004, segue em segredo de justiça, e já se arrasta desde junho de 2018, quando Rejane decidiu processar Aline Barros.

Entenda

Rejane Magalhães, alega que ao longo dos 10 anos que trabalhou com Aline Barros,  não recebeu férias ou décimo terceiro, mas foi a suposta causa de sua demissão que chamou a atenção de toda a mídia nacional.

Ela disse que Aline Barros à demitiu depois de descobrir sua homossexualidade, e pede na justiça a reparação do “prejuízo” que teve a partir de sua demissão. Ela alega que mantinha em segredo a sua orientação sexual, mas isso veio à tona depois de sua demissão, o que prejudicou sua carreira na música gospel com outros artistas.
Ela pede R$1 milhão em reparação na justiça do trabalho.
Depois que a notícia foi publicada e veiculada no G1, Aline Barros enviou uma nota ao site, esclarecendo sua versão sobre o caso.
Leia a nota na íntegra:
“Após tomar conhecimento do teor da matéria veiculada pelo site G1 no dia de ontem, sinto-me na obrigação de vir a público para refutar as alegações ali expostas. E o faço não somente em respeito ao meu público, mas, em especial, em respeito a todos aqueles que conhecem meu trabalho, minha índole, minha postura e minha fé.
Foi com enorme surpresa e decepção que, meses atrás, tomei conhecimento da existência da reclamação trabalhista movida pela Sra. Rejane Magalhaes que, efetivamente, prestou serviços eventuais de backing vocal em minhas apresentações no decorrer de alguns anos.
Nesse ponto cabe um primeiro esclarecimento: na ação, a Sra. Rejane alega lhe serem devidas férias, décimo terceiro salário e outras verbas mais, em razão de nunca ter tido sua carteira de trabalho assinada. Contudo, a afirmação não corresponde aos fatos, uma vez que NUNCA houve relação de emprego entre aquela profissional e minha empresa.

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